Uma certeza: merece compaixão quem passa pela vida sem conhecer Oscar Wilde.
22.5.16
O ocaso do jornalismo
Ler uma chamada de jornal on line em que uma top model "curte festa com cigarros e selfies" me dá um certo pavor de não compreender mais o meu idioma. E também uma tristeza de constatar que o mundo precisa de uma aristocracia. Se ela não existe, é criada, invejada, copiada, adulada.
13.5.16
Ah, Cannes
No Oscar já foi assim: comedimento nos trajes. Cannes, até agora, vai devagarinho. Ainda não apareceu a apresentadora da TV italiana que faz penteados de Marge Simpson, nem Helena Bonham-Carter está dando sopa por ali com seus figurinos esquisitinhos. Há um grupo de atrizes chinesas e indianas que sempre aparecem com modelos que servem para destaque de carro alegórico. Ou para se camuflar com sofás. O que aparentemente vai bombar, este ano, é a categoria Até as Deusas Erram. Susan Sarandon, que agora copia Diane Keaton e Jack Nicholson, escondida atrás de óculos escuros, se superou no quesito Coroa-Gostosa-se-mata-Cher. Mostrou peito, mostrou perna. Tudo em cima. Menos a roupa, um jaquetão de capitão de navio, pra lá de feio.
Só que Julia Roberts resolveu roubar a cena. Não pelo vestidinho sóbrio ou o espetacular colarzinho de esmeralda...
... mas pela ausência de sapatos. A bela mulher subiu degraus descalça, sem a menor vergonha dos pés sujinhos...
Julia ia fazer promoção do filme novo, que estrela ao lado de George Clooney. Ele levou a moça bonita, sobre a qual a gente só pode dizer que o vestido estava meio chinfrinzinho. Ah, inveja...
Na falta de atrizes indianas e chinesas, a cantora Cheryl Cole adotou a padronagem de dragão do ano novo chinês.
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