27.10.08

Política não é futebol

Convenhamos: ganhar por 1,66% de diferença é parecido com conquistar um campeonato em disputa de pênaltis.
Mas não é a mesma coisa.
Principalmente porque o campeonato acaba depois da disputa de pênaltis.
Mas a gestão começa depois que o prefeito eleito descobre que metade do eleitorado carioca não quer saber dele.
Ainda bem que ele é bastante escoladinho e tem o apoio da Medusa, né?

4 comentários:

Halem Souza disse...

Paes já mostrou que se adapta a qualquer coisa. Xinga o presidente, depois vai mendigar apoio; muda de partido com uma facilidade tremenda (o que, convenhamos, não é exclusividade sua).

É preciso ver se essa sua camaleônica capacidade vai resistir a dura tarefa que é ser prefeito de uma das maiores cidades do mundo.

Um abraço.

Milena disse...

Olga, fiquei numa tristeza.
Desde antes, estava torcendo pelo Gabeira. E confesso que muito influenciada por vc, que desde antes ja lançava o apoio a ele por aqui. Esta porcentagem foi de matar!

...
E eu adoraria ter uma mãe como vc, viu? pelo que leio fiquei imaginando q deves ser uma super mãe...rs. és libriana? minha mãe tb.

um abraço.

Olga disse...

Eba, ganhei uma candidata a filha!!! Para sua decepção, Milena, sou uma mãe muito fora dos padrões exigidos para o cargo. E, definitivamente, não me enquadro nem nos preceitos astrológicos, embora saiba que esteja enquadrada ao signo de libra. Balanças me perseguem até no que não quero acreditar... Beijo grande.

Miguel Andrade disse...

Olguíssima, mas ele é meiguinho... Conquistará boa parte desta outra metade. O q me parece triste. Em SP parecia um cenário menos óbvio! :(