28.11.11

Eu odeio o sistema bancário que aprisiona todos os assalariados em contas e instituições que não nos atendem e só servem para aumentar a pressão, o índice de estresse e os fios de cabelos brancos.

Em algum momento de minha existência, tive uma conta em um banco, hoje incorporado por outro, maior, internacional, imenso. Fechei-a há alguns anos. Recentemente foi aberta uma conta-salário no banco internacional, imenso para mim. Tentei fazer a chamada portabilidade _ ô, nomezinho ridículo _ de meus proventos para outra conta. Não consegui. O banco dá uma senha a cada um de seus correntistas. Esqueci minha senha. Telefonei para reavê-la. Não consegui. Por quê? Porque eles têm cadastrado um número fixo de telefone que não existe mais. Mas que continua constando como meu. Como resolver? Indo à agência, algo que já fiz, pelo menos cinco vezes.
Em tempo, tenho contas em outros bancos, resolvo absolutamente TUDO nos caixas eletrônicos e jamais recebi senhas numéricas desses bancos.
O banco me manda torpedo perguntando se ativei minha conta.
O banco não me dá a senha do cartão por telefone porque meu telefone não é mais o "de final 2428, senhora". Na agência do Santander, da qual sou habituéé, vivo sendo barrada na porta e brigando com os guardas, já que só vou lá porque o banco não me adianta a vida, ao contrário, me atrasa. E muito.
Eu odeio que denigram o nome de Van Gogh, utilizando-o em sua publicidade. Van Gogh não merecia isso. Nem eu usar tal banco, cujo nome apaguei daqui para não fazer publicidade fácil. Odeio o sistema bancário.

Um comentário:

Mariana disse...
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